Postagens populares

quinta-feira, 7 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

São as tristezas da vida

 Ontem recebi uma carta, chorei muito quando a li, era de minha doce Sininho que como já relatei aqui ela havia sumido.
Querida dona
Desde de quando eu nasci eu tinha o sonho de ser cantora de rock, nunca tive coragem de lhe dizer o que eu sentia pois tinha medo da sua reação, lembro me que quando o Ariél lhe contou que deixaria de estudar medicina para se tornar um aventureiro, um explorador das mats lembra? Quando ele disse aquilo você quase teve um treco.


Então, para não ter de passar po isso decidi me mudar para o Canadá, é um lugar maravilhoso. Estou seguindo os meus sonhos, estou muito bem e com saudade. Digamos que não estou mundialmente conhecida mas encontrei uma amiga lá e estamos com uma banda de garagem, eu toco e canto e ela dança, o nome dela é Biju, é uma hamster.

Te amo muito                                                                                          Sininho

Ela até mandou fotos:


 
                                                                   Essa é a amiga dela

quinta-feira, 23 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Una história a polonesa e O Gato de Botas

Histórias de Gatos

Uma história Polonesa
á muitas primaveras, de acordo com uma antiga lenda polonesa, pequenos gatinhos brincavam caçando borboletas, à beira de um rio, quando derepente caíram nele.
A mãe gata, desesperada, sem saber como salvá-los, começou a chorar e gritar por socorro.
O Salgueiro, à margem do rio, inclinou seus longos ramos, graciosamente para dentro dele. Os gatinhos se agarraram com força aos galhos do Salgueiro e se salvaram.
Desde então, na primavera, dos ramos do salgueiro brotam pequenas flores, que lembram a pelúcia dos gatinhos, que um dia os ramos salvaram.


O Gato de Botas
Charles Perrault
ouve um moleiro que ao morrer deixou para seus filhos somente sua moenda, seu burro e seu gato. A partilha foi prontamente feita. Não foi necessário escrivão ou advogado. O irmão mais velho ficou com a moenda. O segundo com o burro e ao mais novo só restou o gato.
O irmão mais novo estava inconsolável, por ter ficado com tão pouco.
"Meu irmãos", ele disse, "podem viver bem, se unirem o que ganharam; mas de minha parte, depois de comer meu gato, morrerei de fome."
O gato que ouvia a tudo, mas fingia que não, disse com voz grave e ar sério:
"Não se aflija meu bom senhor. Você não precisa fazer mais nada, a não ser me dar uma saco e um par de botas, feito para mim, para que eu possa andar por essas estradas cheias de poeira e lama. Então verás que tenho muito mais valor do que pensais."
O dono do gato não levou muito a sério o que este disse, já tinha visto muitas vezes o gato brincando e enganando muitos ratos e camundongos. Mas como não tinha mais nada a perder, fez o que o gato pediu.
Quando o gato obteve o que queria, ele se vestiu muito galantemente, e colocando o saco sobre o ombro foi para a mata. Ele havia colocado dentro do saco farelo de milho e armou uma armadilha para caçar coelhos.
Com o coelho que caçou dentro da sacola, foi até o palácio do Rei e pediu para ser recebido por sua majestade.
Levado até os aposentos do Rei, fez uma longa reverência e disse:
"Eu trouxe para vossa majestade um coelho, com o qual meu Senhor, o Marquês de Carabás, ordenou presenteá-lo"
"Diga ao seu Senhor", disse o Rei, " que eu o agradeço e me sinto muito lisonjeado".
De uma outra vez, o gato foi para um campo de milho, armou outra armadilha com o saco e caçou algumas perdizes.
Novamente deu a caça de presente ao Rei. O Rei, como da primeira vez, ficou muito agradecido, e deu ao gato algum dinheiro.
O gato continuou por dois a três meses, a levar presentes ao Rei, dizendo serem de seu Senhor.
Um dia, quando o gato soube que o Rei sairia para passear perto do rio, com sua filha, uma linda princesa, ele disse ao seu Senhor: " se você fizer o que mando, será muito rico. Você só precisa se banhar neste rio, no local que indicarei e deixe o resto comigo".
O Marquês de carabás fez o que o gato mandou, sem saber porque nem pra que. Enquanto se banhava, o Rei passou e o gato começou a gritar bem alto:
"Socorro! Socorro! O meu senhor, o Marquês de Carabás está se afogando".
Com todo o barulho, o Rei colocou a cabeça para fora da janela da carruagem, e vendo que era o gato que sempre lhe trazia presentes, mandou que seus guardas corressem e ajudassem imediatamente o Marquês.
Enquanto tiravam o pobre Marquês de dentro d'água, o gato foi até a carruagem, e contou ao Rei que, enquanto seu senhor estava se banhando, vieram ladrões que roubaram suas roupas, apesar dele ter gritado bem alto: "ladrões! ladrões!".
Na verdade, o gato maroto havia escondido as roupas embaixo das pedras na margem do rio.
Na mesma hora, o Rei ordenou aos seus guardas que trouxessem de seu guarda-roupa, as melhores vestes que encontrassem para dá-las ao Marquês.
O Rei tratou o rapaz muito bem. Como ele já era bonito, com roupas finas sua beleza realçou ainda mais, fazendo com que a princesa se interessasse por ele.
O gato estava muito satisfeito por ver que seu plano começava a dar certo.
Enquanto seu Senhor ia na carruagem, com o Rei e a Princesa, ele corria à frente e a todos os camponeses que encontrava, dizia que se fossem perguntados, dissessem ao Rei, que todos aqueles campos pertenciam ao nobre Marquês de carabás e que nunca houve uma quebra de colheita, de tão bem tratados que são.
E assim, pelo caminho, o gato pedia para que dissessem que tudo pertencia ao Marquês, e o Rei ficava cada vez mais impressionado.
Finalmente, o gato chegou ao castelo de um ogre, que era o verdadeiro dono de todas as terras e colheitas que haviam visto. O gato, que já havia se informado sobre o ogre e do que ele era capaz de fazer, pediu para lhe falar, dizendo que não poderia passar pelo seu castelo sem render-lhe as devidas homenagens.
O ogre o recebeu e o mandou sentar-se. o gato então disse:
"me disseram que você tem o poder de se transformar em qualquer tipo de criatura, como por exemplo um leão, ou elefante".
"e é verdade!" Respondeu o ogre ríspidamente. "e para convencê-lo, irei me transformar num leão".
O gato ficou terrivelmente assustado, ao ver que o ogre havia se transformado num leão, e correu para se esconder embaixo da mesa.
Quando o ogre voltou ao normal, o gato se acalmou e prosseguiu a conversa:
"eu também fui informado, mas não sei como posso acreditar, que você pode se transformar em animais muito pequenos, como por exemplo, um rato ou camundongo."
"Impossível?" gritou alto o ogre, " você verá agora mesmo".
E imediatamente se transformou num rato, e começou a correr pelo chão. O gato então pulou sobre ele e o comeu.
Enquanto isso, o Rei que passava pela porta do castelo, teve a idéia de entrar e conhecê-lo.
Quando o gato ouviu o barulho da carruagem, entrando pela ponte do castelo, correu ao seu encontro e disse:
"Sua majestade seja bem-vindo ao castelo do Marquês de Carabás."
O Rei muito surpreso, falou: "O que Marquês?!... esse castelo também vos pertence? Nunca vi nada tão fino e belo...deixe-nos entrar por favor".
O Marquês deu a mão à Princesa, e seguiu o Rei, que entrou primeiro.
A Princesa já estava muito apaixonada pelo belo Marquês, e após conhecer todo o castelo, o Rei disse: "depende somente de você, meu senhor Marquês, ser meu genro".
O Marquês, já apaixonado pela linda Princesa, aceitou e quarenta dias depois, eles se casaram.
O gato se tornou um grande Lord e nunca mais correu atrás de um rato, a não ser por diversão.
 

Oi meus gatos de All Star!
Sigam o blog.
Beijocas.
Nanda*

sábado, 18 de junho de 2011

Curiosidades felinas

Curiosidades felinas
  • O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão muito assustados ou com dor.
  • O gato treme quando senter muita dor.
  • Os gatos são muito linpos e passam cerca de 30% da vida se limpando.
  • Um gato é capaz de pular até 5 vezes a sua altura.